Automação de Processos
Eliminamos tarefas repetitivas que consomem tempo da sua equipe. Do financeiro ao RH, cada fluxo manual vira um processo confiável e rastreável.
Processo manual, sistema isolado ou decisão sem dado — cada um tem um custo que ninguém está medindo. A gente mede.
Cada frente ataca um ponto de vazamento diferente. Juntas, elas fecham o ciclo.
Eliminamos tarefas repetitivas que consomem tempo da sua equipe. Do financeiro ao RH, cada fluxo manual vira um processo confiável e rastreável.
Conectamos o ERP com o CRM, o financeiro com a operação, a logística com o comercial. Zero planilhas de transição, zero retrabalho.
Modelos treinados para o seu negócio: classificação de documentos, previsão de demanda, análise de contratos, assistentes contextuais.
Dashboards em tempo real que mostram o que está funcionando e o que está falhando. A tomada de decisão baseada em dados, não em intuição.
Da intenção da diretoria ao código em produção — um fio só, rastreável. Aberto e gratuito para qualquer empresa; quando quiser acelerar, a VH implementa com você.
Uma IDE agents-first para quem entrega software. O agente lê o repositório, roda o terminal, abre o browser, usa suas credenciais sem vê-las, revisa o próprio diff e entrega a tarefa de ponta a ponta — com você aprovando cada passo que importa, da IDE, do terminal ou do celular.
Claude Code, Codex, Grok, o Muse Code da Meta e o Kimi Code entram com o login que já está na sua máquina — sem chave nova, sem segundo setup. Ou conecte qualquer API (OpenAI, Anthropic, Google, LM Studio e compatíveis). Um modelo por papel: chat, resumo, explorador, crítico, subagentes. Provedor no limite? A tarefa segue no modelo reserva e volta ao original sozinha.
Terminais PTY que o agente abre, lê e comanda. Browser embutido: o agente clica, preenche formulário, lê o DOM e a rede e refaz a chamada que quebrou — reproduz o bug ao vivo, com um aviso de quando ele está no controle. Um erro 500 ou uma exceção enquanto você navega já vira log pronto para mencionar na conversa. Painel de mudanças com diff, branches, commits e o que falta subir.
Tokens, URIs e senhas ficam criptografados no cofre. O agente escreve $NOME no comando e o valor nunca aparece na conversa, no log ou no modelo. O que um comando devolve — um cat .env, um token num log — é mascarado antes de o modelo ler. Chaves de MCP e do bot do Telegram vivem no mesmo cofre.
Três modos: perguntar, lista de permissões ou automático. Mesmo no automático, sudo, rm -rf e force-push sempre pedem. Se o agente repete o mesmo comando que falha, é avisado — e, se você quiser, parado. Quando o pedido é ambíguo, ele para e pergunta com opções marcáveis em vez de adivinhar.
Peça uma revisão do diff — tudo que está pendente, só o staged ou pastas escolhidas — pelo modelo que você indicar, contra critérios que você escreveu. Cada achado diz o quê, onde e por quê; você marca corrigido ou discorda, e a revisão fica guardada para citar com @codereview. Os mesmos critérios viram o estilo de código do agente quando ele escreve e planeja.
Modo Plano produz um arquivo: passos, diagramas C4, ArchiMate e Mermaid, e uma prévia do código que a arquitetura implica — gerada pelo modelo que você escolher. Aprove e o modo Agente executa passo a passo, com pausa, retomada e o resultado de cada etapa registrado. O plano sobrevive à conversa que o criou.
Toda tarefa rotineira vira uma receita salva — script com parâmetros e segredos do cofre, buscável por nome. O agente é apontado para ela antes do primeiro passo, e uma conversa que termina com trabalho repetível deixa um candidato para você revisar. Da próxima vez ele roda em segundos, sem reinventar nem redepurar do zero.
O Brain guarda as lições dos problemas já resolvidos — e o agente não repete o erro; você lê, edita ou desativa cada lição e vê quantas vezes ela foi usada. Skills são pacotes de instruções seus, carregados só quando fazem falta, compatíveis com as skills que você já tem do Claude Code.
Peça um dashboard e o agente monta um componente React ligado aos dados salvos na IDE. Consultas, inventários e métricas viram telas que você revisita. Automações reexecutam uma consulta salva no intervalo que você escolher (30s a 6h) e atualizam o Canvas sozinhas — cada linha mostra se rodou, quando e se mudou algo.
Investigações paralelas em contextos separados, um explorador de código que responde "onde está X?", resumos contínuos que mantêm a conversa leve. Conversas antigas viram contexto com um @. Tudo que está rodando agora aparece num botão no topo do chat.
Cada passo importante vira um checkpoint na conversa. Foi pro rumo errado? Restaura só os arquivos, ou arquivos e conversa juntos — a sessão volta exatamente para onde você mandou. E a IDE cuida do próprio disco: compacta o banco, apaga checkpoints de projetos removidos e nunca guarda mídia num checkpoint.
Solte a gravação da call e ela vira transcrição pesquisável e notas de reunião, na sua máquina, com o ffmpeg e o whisper que você já tem — nada é enviado. Filtre por cliente. O que ficou combinado entra na tela de Pendências, dos dois lados: o que você deve e o que estão te devendo, com a data em que prometeram.
Um bot que só responde aos chats que você autorizou. Cada chat é uma conversa no Usain Code, no repositório e modelo que você escolheu. Pedidos de permissão e perguntas do agente chegam com botões — você aprova, nega ou responde do telefone, e o card na IDE mostra o mesmo resultado.
O vh é o Usain Code no terminal: as mesmas conversas, repositórios, planos, cofre e provedores, num TUI ou em comandos com saída JSON para scripts. E o Usain Code é um servidor MCP: Claude Code, Codex, Grok, Muse ou Kimi rodando fora da IDE leem o que ela sabe — o build em andamento, o plano aprovado, o que o terminal imprimiu — só leitura, ligado só quando você quiser.
Nome de arquivo, linha dentro do arquivo, uma conversa antiga, um resultado salvo, um plano, o log de ontem — uma caixa só, literal ou semântica, com o escopo dos repositórios que você escolher. Terminais, logs, imagens coladas e histórico do git têm telas próprias, no mesmo formato: lista à esquerda, a coisa à direita.
Tela de uso por provedor e por conversa: o que cada tarefa custou, qual modelo consumiu e onde vale trocar por um mais barato — e quantas vezes o agente correu uma receita em vez de reinventar o script. Analytics mostra tempo ativo, sessões e commits por projeto, calculado na sua máquina, pronto para mostrar a quem pediu.
Terminais, agentes e tarefas longas entram na tela de Logs assim que imprimem a primeira linha — não dez segundos depois, quando o começo já passou. A lista mostra o que está rodando e o que rodou, com número de linha, cor por severidade e uma busca que lista cada acerto. Cada execução abre o próprio log, e a saída que veio antes ainda está lá.
Claude Code, Codex, Grok, Muse e agora o Kimi Code entram com o login que já está na sua máquina — sem chave nova. Cada provedor declara os níveis de esforço de raciocínio que aceita, do mais rápido ao mais profundo, e a escolha vale para a conversa em vez de você adivinhar o nome da flag.
Conecte sua conta Google e o cofre cifrado sobe para o Drive: só o texto que a IDE já selou sai da máquina, nunca o conteúdo em claro. Antes de restaurar, uma prévia mostra de quando é o backup e quantos segredos ele tem — sem senha. Na volta, o que conflita é recusado um a um, e a resposta diz exatamente o que entrou e o que não entrou.
A interface vem em oito idiomas — português do Brasil e de Portugal, inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e russo — com o inglês preenchendo o que faltar. A mesma escolha define o idioma em que o agente responde: as sessões novas nascem com a instrução de idioma no prompt. Inglês segue como padrão, então nada muda para quem já usa.
O Usain Code não só serve o que a IDE sabe — ele também fala com servidores MCP de terceiros. Registre um servidor com o comando, os argumentos e os segredos que ele precisa — por nome, do cofre. O valor entra só no ambiente daquele processo, então o modelo vê as ferramentas e os esquemas, nunca o token. Desligar o servidor tira as ferramentas da próxima conversa, em vez de deixar o modelo tentando algo que não pode usar.
Desligada — como vem de fábrica —, o agente nem enxerga a ferramenta de buscar na web: uma ferramenta visível e sempre negada é uma tentativa a cada rodada. Ligada, vale a lista de hosts que você escreveu; lista vazia significa qualquer host, e a tela diz isso em letras claras, para ninguém confundir "vazio" com "sem acesso".
Cadastre o cliente uma vez e o Usain Code lê o tema do site dele e guarda em cache — a marca não muda no meio do trabalho. O Canvas exporta em PDF, com as cores e a fonte daquele cliente, a partir do dado que você já salvou na IDE. Relatório pronto para enviar, sem montar slide.
Canvas, diagrama do plano, prévia do código, C4, ArchiMate, branches, diff do git, arquivo, review e o browser saem em janela nativa própria — cada uma com moldura, fáceis de arrastar para o segundo monitor. Reabrir o mesmo alvo foca a janela que já existe: um arquivo é uma janela, dois arquivos são duas. E o vh abre só essa janela, ligada ao core da CLI (--surface=browser|canvas), com captura por comando para automação sem tela.
Quando a página que o agente abriu chama getDisplayMedia() — chamada de vídeo, tutorial, tela de suporte — o Usain Code responde com o seletor de tela: no macOS e no Windows, o do próprio sistema; no Linux, onde não existe um, um seletor da casa que não sai da máquina. Sem isso o pedido fica pendurado até a página desistir sozinha.
Duplo clique abre o arquivo no editor embutido: salvar por atalho, pular para uma linha e Ctrl+clique para ir à definição. O diff aparece lado a lado ou inline, com as regiões que não mudaram escondidas, para a revisão caber na leitura. Você acompanha o que o agente escreveu sem deixar outro editor aberto ao lado.
O primeiro contato é um diagnóstico sem compromisso.
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